domingo, 24 de agosto de 2008


“O meu campo de visão é a minha janela para o mundo.


O que vejo naturalmente se filtra por um processador de desejos, de vontades, de revolta, de saber, de opinião… Confundindo, baralhando e assumindo novas perspectivas, novas formas de ver por essa janela, que ainda que se feche um dia, deixará transparecer novos filmes.
E assim vou calmamente seguindo por estradas de prazer a fora, por encruzilhadas de revolta, por jazigos de amor.
Deixo-me levar pela música que não pára de soar e que me embala neste furor gritante de desejo de conhecer esse mundo construído da experiência de uma vida de ambulante por países que não estão inscritos no mapa. “

“texto de Mônica Coteriano”

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